Gregorio Duvivier não passa de um youtuber pseudointelectual

Duvivier é o bambolê da direira identitária

Ele apresenta um programa chamado Greg News na norte americana HBO. Como toda esquerda do Leblon, posa de moderninho multiculturalista. Entre uma taça de champanhe e um bom “charuto” na casa de Paula Lavigne, fala sobre o futuro da esquerda brasileira após o “óbvio fim da luta de classes”.
Já animadinho pelas ondas do Arpoador, pega seu bambolê, substitui as roupas de grife pelo visual hippie chic e vai dançar ciranda na Praça Salvador no Rio, meca da esquerda descolada. Lá, se alista no time de animadores “performáticos”, declama e dança. Tudo gravado em vídeos com os quais pretendem escandalizar os papais-classe-média-alta de Ipanema.

Nas férias vão aos EUA bater um papo cabeça com Bernie Sanders, fazer selfie com Mélenchon em Paris e montar uma rede de intelectuais multiculturalistas. De vez em quando alugam jipes blindados e fazem “aventuras antropológicas” de visita ao povo em Santa Cruz e na Baixada Fluminense.
Têm horror aos chineses, para eles um povo atrasado governado por uma ditadura assassina. Consideram Putin uma ameaça ao moderno e multicultural mundo ocidental.
Não espanta que Duvivier tenha comparado Bolsonaro à Lênin. Pseudointelectual de YouTube, há três hipóteses para a infelicidade. A primeira é que este jovem anticomunista não leu nada. A segunda é que leu e não entendeu bulhufas.
A terceira, e mais provável, é que ele faz do perfil avançadinho pós moderno um biombo através do qual presta seus serviços ao establishment. Bater de frente de verdade com o sistema cobra seu preço. “E os meus contratos?”
O humorista da elite ataca Lênin e os Bolcheviques. Ataca o conceito de Partido do Povo e vende, sem nenhuma cerimônia, a cantilena da CIA de que não é necessário nenhum partido (só o deles, claro), de que o povo liberto toma o país em suas mãos de forma espontânea. Livre, conduz a revolução colorida, vitoriosa com flores e poemas. Depois dessa, é certo o aumento na norte americana HBO.
Impressiona que parte esclarecida da esquerda brasileira ainda dê audiência a este tipo de gente. No momento em que a contradição entre capital e trabalho atinge seu ápice com milhares de desempregados estruturais no mundo, animadores de auditório patrocinados pelo Tio Sam se travestem de moderninhos comportamentais para afastar a esquerda do povo e negar a atualidade da luta de classes.
Atacam Lênin e os Bolcheviques mas preservam, por enquanto, a China. Seria bandeira demais, o DEA é profissional. São a velha quinta coluna financiada pela CIA. Patrocinam moderninhos e ong’s multiculturalistas através de Soros e da Fundação Ford no mundo todo.
Greg, com todo respeito, de News você não tem nada.
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